MTE atualiza “Lista Suja” do trabalho análogo à escravidão com 159 novos empregadores
- 11/10/2025
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MTE atualiza “Lista Suja” do trabalho análogo à escravidão com 159 novos empregadores
Minas Gerais lidera o ranking da "lista suja" do trabalho escravo no Brasil, segundo o governo federal. O documento divulga os nomes de empregadores que submeteram trabalhadores a condições semelhantes à escravidão. Nesta segunda-feira (6), foram adicionados 159 patrões e empresas do país no cadastro, o que representa um aumento de 20% em relação à última atualização. Atualização semestral revela 1.530 trabalhadores resgatados entre 2020 e 2025; maioria dos casos envolve pecuária de corte, serviços domésticos e cultivo agrícola. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou nesta segunda-feira (6) a atualização do Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão, conhecido como “Lista Suja”. A nova versão inclui 159 empregadores, sendo 101 pessoas físicas e 58 pessoas jurídicas, um aumento de 20% em relação à atualização anterior.
De acordo com a Auditoria Fiscal do Trabalho, os casos registrados nesta atualização ocorreram entre 2020 e 2025, totalizando 1.530 trabalhadores resgatados da exploração. Os estados com maior número de inclusões foram Minas Gerais (33), São Paulo (19), Mato Grosso do Sul (13) e Bahia (12). Entre as atividades econômicas, destacam-se a criação de bovinos para corte (20 casos), os serviços domésticos (15), o cultivo de café (9) e a construção civil (8). Do total, 16% das inclusões estão relacionadas a atividades econômicas do meio urbano.











